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160 anos da Caixa Econômica Federal: um banco 100% público

O País tem motivos para sentir orgulho da Caixa Econômica Federal (CEF). Seu forte compromisso social com o povo brasileiro só é possível porque o banco é 100% público.

E isso não é de agora. Começou há 160 anos. Escravos abriam cadernetas de poupança para comprarem suas cartas de alforria.

Ao longo de 160 anos, a Caixa se mostrou imprescindível ao País, principalmente para a população mais carente. O banco está na linha de frente de políticas de combate à pobreza e à desigualdade social.

Presente em 97% dos 5.570 municípios com ações sociais a quem mais precisa, o banco possui 145,4 milhões de correntistas e poupadores.

Os programas sociais e de transferência de renda do Governo Federal, como o Bolsa Família, são de responsabilidade da CEF.

O Programa Minha Casa, Minha Vida, criado em 2009 para combater o déficit habitacional da população de baixa renda, estimulou a economia e conseguiu conter os efeitos da crise mundial de 2008.

As Loterias também são partes estratégicas da Caixa. Das apostas, 39% das arrecadações são repassadas para programas como o Financiamento Estudantil (Fies) e outras áreas de seguridade social, esporte, cultura, segurança pública e saúde.

Em mais de um século e meio, a Caixa ajudou a combater as crises enfrentadas pelo País. Na crise de 2008, a Caixa foi imprescindível para o Brasil.

Como? Na contramão da recessão fez a expansão do crédito e a redução das taxas de juros para estimular o consumo. Foi contra a lógica do mercado para atender a população e ajudar a economia.

Recentemente, este governo que faz de tudo para ser o mais privatista da história, recorreu justamente à Caixa, um banco 100% público, para amparar a população brasileira na pandemia da Covid-19.

O pagamento do Auxílio Emergencial atendeu 68 milhões de cidadãos. Além disso, outras 50 milhões de pessoas recorreram ao banco para receber outros benefícios sociais e emergenciais.

Foram os funcionários da Caixa que criaram o aplicativo em tempo recorde para permitir o pagamento do Auxílio Emergencial.

A CEF ainda atuou fortemente para socorrer as micro e pequenas empresas, setor que mais gera empregos, com programas como Pronampe.

Tudo isto só é possível porque a Caixa é um banco 100% público e tem na linha de frente empregados comprometidos com o bem-estar da população.

Ironicamente, hoje a Caixa sofre as mais duras ações do governo e da direção do banco para ser privatizada. São inúmeras tentativas e ameaças, que ainda tem enormes desafios pela frente.

Por tudo e por tantos anos de essenciais serviços prestados aos cidadãos, precisamos nos unir para defender a Caixa 100% pública.

Pela Caixa, pelo Brasil e pelos milhões de brasileiros que a Caixa sempre tratou como prioridade.

Juliana Cardoso