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Saúde / Falta de leitos de UTI na periferia, aponta a desigualdade na saúde

São muitos os aspectos em que confirmamos que existe uma forte desigualdade no atendimento da prefeitura com as regiões mais periféricas da cidade.

No entanto, a crise do Corona Virus, desmascarou mais um ponto em que esta desigualdade, já gera problemas.

Um levantamento realizado pela Rede Nossa São Paulo, com base em dados do DataSUS, atualizado em fevereiro de 2020, identificou que mais da metade das UTIs do Sistema Unico de Saúde (SUS), estão localizadas na região central da cidade. Se divididas pelas regiões de cada Sub-Prefeituras, apenas três, Sé Pinheiros e Vila Mariana, concentram 60% destas UTIs. Por outro lado, sete Sub-Prefeituras, de regiões periféricas, não tem UTIs. Parelheiros, Anhanguera, Tremenbé, Aricanduva, Campo Limpo, Butantã e Cidade Adhemar, são as regiões de Sub-Prefeituras, sem se quer um leito de UTI.

Mas esta realidade poderia ser um pouco menos gritante. O Hospital de Brasilândia, que teve o ínncio de suas obras no último ano em que Fernando Haddad, foi prefeito (2015) e ainda não foi inalgurado Se estivesse funcionando, poderia reduzir muito esta desiguadade, e garantir mais recursos na saúde para os moradores de região tão densa da cidade.

Esses dados apontam mais uma das desigualdades alimentadas pela dupla Dória Covas, a qual a população pode pagar com o não tratamento adequado a uma pandemia mortal.