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Covid-19 / Base do governo Covas embarreira medidas de proteção à população pobre, na cidade São Paulo

Vereadores da base impediram a inclusão de emenda da vereadora Juliana Cardoso, PT, que previa centros de testagem nas periferias, isenção de tributos entre outras iniciativas

Diante da emergência do Covid-19, a vereadora Juliana Cardoso (PT) apresentou uma série de medidas voltadas para a proteção da população de baixa renda e de alta vulnerabilidade social, incluindo população carcerária.

As medidas foram apresentadas, na semana passada, por meio de emenda ao Plano Emergencial de combate ao Combate ao Coronavírus, PL 180/2020, de autoria do Executivo. Esse Projeto de Lei autoriza diversas medidas excepcionais no âmbito dos contratos administrativos de prestação de serviços, finanças públicas e outras medidas durante a situação de emergência e estado de calamidade pública decorrentes do Coronavírus.

 

Juliana Cardoso exige medidas para proteger a população pobre dos impactos do Covid-19

 

Apresentei a emenda em tempo hábil e urgente e necessário para aprovação do Plano Emergencial. Mas está claro que o governo Covas não estava preocupado em tomar medidas para proteger a população mais vulnerável da nossa cidade.“, explica Juliana Cardoso.

 

Dentre as medidas propostas por Juliana Cardoso estavam:

  • Criar Centros de Testagem imediatamente em todas as regiões da cidade
  • Garantir estrutura de isolamento e higiene em todos os CRAS
  • Garantir Álcool Gel para população de baixa renda e em situação de rua
  • Proibir cortes de água, luz e despejos
  • Garantir Vale Gás
  • Isentar tributos e prestações para mutuários Minha Casa Minha Vida e Cohab
  • Comprar e distribuir cestas básicas para trabalhadores informais, famílias de baixa e alta vulnerabilidade social
  • Destinar alimentos da merendas às famílias dos alunos da rede municipal

Essa iniciativa de Juliana Cardoso se soma a diversas emendas apresentadas por parlamentares da bancada do PT, na busca de incluir pontos que não foram abordados pelo Executivo, como a Renda Básica Emergencial e a destinação de recursos para a saúde e a assistência social.

 

Menos transparência.

Além de não incluir as propostas voltadas para a proteção da população mais vulnerável, o governo Covas ainda incluiu uma emenda que reduz a capacidade de fiscalização da Controladoria Geral do Município, órgão criado pelo prefeito Fernando Haddad, que cumpriu papel fundamental no combate à corrupção e que já havia sido rebaixado no início da gestão Doria / Covas.